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Produtora visual. Assinou o figuro, maquiagem e pintura corporal no espetáculo Tutuzeando: Um experimento surreal; Atuou na Cia. Ubuntu de Teatro interpretando textos no projeto Permuta; Integrante como antropóloga na Ruidosa Alma; Cofundadora do Artivismo Indígena; Cofundadora da ABIA - Articulação Brasileira de Indígenas Antropologes; Direção, atuação e sonoplastia no curta metragem ”Trama da Palha” (5.00’ 2021), exibido no 1ª Mostra Picadeiro Digital da Rede Muda Outras Economias; Ativista dos Direitos humanos e não humanos.

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Kuawá Apurinã

  Educadora e Produtora  

Antropóloga e Arte Educadora. Indígena da etnia Apurinã do Médio Purus, AM. Doutoranda em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense; Bacharela em Direito pela Universidade Católica de Pelotas (2004); Mestra em Educação e Tecnologia pelo Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (2016); Mestra em Antropologia (2018) e Licenciada em Artes Visuais (2020) pela Universidade Federal de Pelotas. Tem experiência nas áreas de Artes, Antropologia, Educação e Direito. Atuando principalmente nos seguintes temas: educação indígena, educação ambiental, questões raciais, ações afirmativas e mulheres indígenas, artes Indígena. Membra fundadora do Instituto Pupykary do Povo Apurinã. Pesquisa: Mulheres Indígenas, Violências e Ancestralidades Indígenas. 

 

Educadora, Produtora / Diretora do Documentário: 2018, vencedor da 1ª Mostra Latino-americana de Arte e Educação Ambiental (Mola). Editora do Portal Catarinas.

O que penso... onde estou... caminhando...

Não consigo comer melancia. Um dia adoeci pequena e quase morri; mas gosto das formas, composição e de vê-las no roçado. Existe muitas coisas que não consigo gostar, outras me desagradam e decepcionam, mas quando isto acontece é unilateral, pessoal e intransferível. Não posso sair pela vida querendo que as pessoas não gostem de melancia, só porquê pela minha imprudência infantil passei mal. A Ruidosa Alma adentra o meu mundo em 2017 quando iniciamos conversas, rituais e modos de percepção de mundo. Aos poucos fui educando-me com as palavras novas, apreendendo com Samuela e Ruya novos olhares e percebo que cabia nesta escolha, não como um encaixe, mas com uma extensão de mim mesma e a espiritualidade que nos cerca e permite sermos resistência e resiliência de um tempo, na vanguarda deste fazer.